sábado, 7 de fevereiro de 2015

O castelo de Vaduz qual conto de fadas

O castelo de Vaduz fica na cidade de Vaduz, capital do Liechtenstein. Constitui a residência oficial do príncipe Liechtenstein. Ergue-se numa montanha um pouco acima do centro da cidade. Para se lá chegar de carro, é preciso tomar uma estrada que não parte do centro da cidade, mas, sim, dos arrabaldes.Esta  serpenteia por ruas com carros com matrículas começadas por FL em fundo preto, escolas e outros estabelecimentos, até que estes desaparecem para darem lugar aos domínios do monarca. A vista para Vaduz do local onde se encontra o castelo é muito bonita, oferecendo uma ampla perspetiva geral da cidade. De lá, partem também caminhos para caminhadas e a estrada para Triesenberg, essa ainda mais serpenteante que a que leva ao castelo. E mais perigosa, dado que, de vez em quando, têm que se cruzar carros num espaço onde quase só cabe um, ficando autenticamente um deles à beira do precipício.

Merece bem uma visita, o exterior do castelo de Vaduz, dado que não é possível visitá-lo por dentro, a menos que o princípe faça um convite. E a neve, no inverno, dá-lhe um colorido deveras aliciante.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Apfelsaft com gás na Suíça

Na Suíça, tal como na Alemanha, também apreciam sumo de maçã, conhecido em alemão como Apfelsaft.

Na foto, é possível observar uma garrafa de uma marca suíça de sumo de maçã com gás. No rótulo, era indicado que as maçãs utilizadas eram provenientes da parte oriental da Suíça. Aparecia também o nome do país em 4 línguas, como é possível observar no topo.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Neve em Feldkirch, na Áustria



No inverno, a neve cai com força na ancestral cidade austríaca de Feldkirch, cujo foral data do remoto século XIII.

As imagens permitem contemplar alguns dos sítios que a alva neve escolhe para repousar.

McDonald's alemânico em Winterthur

No norte da Suíça, fala-se alemânico e não alemão, ao contrário do que normalmente se divulga. A língua alemã oficial é usada apenas em documentos oficiais, nas placas toponímicas e noutros contextos formais, mas não como língua materna. A língua materna dos suíços do norte é o alemânico, nos seus múltiploes dialetos.

A imagem mostra um anúncio de um McDonald's em alemânico, na cidade de Winterthur. Nela se pode ler "guete zmorge", que é, como quem diz, "bom pequeno almoço", em alemânico.

Telhados cobertos de neve no Liechtenstein

No Liechtenstein, no inverno, há muitas casas que ficam com os telhados cobertos de neve. Na imagem, é possível contemplar os telhados da pitoresca povoaçãode Triesenberg, numa soalheira manhã de fim de janeiro.

Os restaurantes, tanto nesta povoação como noutras do país, são, em 2015, caríssimos, devido à sobrevalorização inesperada do franco suíço, lá usado, em relação ao euro e a outras moedas.

Bretzel na Áustria



Na Áustria, na região do Vorarlberg, muito perto do Liechtenstein, há bretzel e pão com massa de bretzel, como a imagem mostra. O pão bretzel pode ser consumido sob a forma de sanduíche, com vários tipos de recheio, incluindo salame (na imagem) e queijos.

O bretzel austríaco na imagem, em Feldkirch, apresentava-se bastante diferente do seu congénere alemão, sendo mais rijo e, talvez, um pouco mais fino.

Vale a pena experimentar estas iguarias austríacas.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

O rio Neva em São Petersburgo

O rio Neva (Нева) em São Petersburgo
Ao longo do rio Neva, o frio continua a perturbar. A próxima paragem é a fortaleza de Pedro e Paulo, vermelha, muito vermelha. Encostados às paredes exteriores, banhistas de Inverno exibem a sua nudez audaz, indiferentes à rudeza do tempo, desafiando o que para alguns se manifestava como uma intempérie. Há uma pequena passagem, como se de uma ponte levadiça para uma castelo medieval se tratasse, que conduz os turistas ao interior da fortificação. 

Já lá dentro, num pequenino largo, um homem de longas barbas faz demonstrações das suas artes. Alguém vende também gelados e há quem os compre. Mais adiante, ao lado de uma igreja altíssima e amarela, há quem ofereça a sua imagem vestida à maneira de outros séculos para posar para fotografias, em troca de uma pequena recompensa pecuniária. 

Soa o relógio. São 11 horas. A sua cúpula ergue-se altiva, desafiando os céus. Muito perto, há um novo largo, onde porventura outrora as tropas se reuniriam. Os sapatos dos viajantes dão mais alguns passos e os donos deparam-se com mais banquinhas de vendas de matrioscas. Dois deles regateiam os preços, numa mistura de russo e inglês, e conseguem comprar mais um par das ditas bonecas por apenas 500 rublos. 

O próximo ponto de interesse é um sino de um carrilhão, oferecido por holandeses. Depois, há um túnel que leva ao rio. Dentro dele, há vendedores e vendedoras de recordações. Lá fora, junto à água, uma senhora de óculos tenta impingir o aluguer de um barco, para um passeio no rio. Os visitantes declinam o amável convite. Mas a senhora volta à carga repetidas vezes. Todas sem sucesso. A subida às muralhas é considerada mas posta de parte. Ninguém está disposto a pagar para o fazer. 

Dirigem-se para a saída, atravessam novamente o passadiço e desta vez vão ao encontro de umas barraquinhas onde se vendem os legítimos gorros russos. Uns mais apertados, uns pretos, outros cinzentos, com emblema do PC ou sem ele, os visitantes não querem abandonar aquele local sem levar pelo menos um cada um. São discutidas as vantagens de uns e de outros, o preço é ligeiramente regateado e um acordo é alcançado. Um dos visitantes faz aquele que seria o seu único pagamento em dólares na ex-união soviética. E o câmbio até estava certo. Partem os visitantes, com a cabeça mais pesada e muito mais quentinha, que o frio não é de desprezar. É possível abrir as orelhas do gorro, que emprestam um ar de aviador, ou de Pluto, conforme a perspetiva, ao utilizador, ao mesmo tempo que aquecem, com seriedade e afinco.