sábado, 13 de fevereiro de 2016

Baía das Gatas, São Vicente, Cabo Verde







Este é um dos locais mais bonitos da ilha de São Vicente, em Cabo Verde.



É também nesta zona que se realiza anualmente o festival de música com o mesmo nome.



quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Chiang Rai - Torre do relógio











Uma interessante torre com um relógio, que muda de côr durante a noite. Em Chiang Rai, no norte da Tailândia, perto do triângulo dourado.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Calçada no centro histórico de Antuérpia


No centro histórico de Antuérpia, na Flandres, por enquanto ainda na Bélgica, existem alguns exemplos de calçada, como os que se veem nas fotos.

Note-se também a frase "te huur", que, em neerlandês, significa "para alugar".

Um "Frituur", um estabelecimento de batatas fritas em Antuérpia

Na Bélgica, gostam de consumir batatas fritas na rua. Há vários pontos de venda onde o comensal as pode adquirir, pedindo molhos para as temperar ao seu gosto.

Na Flandres, dão o nome de "Frituur" a estes pontos de venda. Na foto, é possível observar um deles, em Antuérpia, na praça da catedral.

É também comum vê-los sob a forma de autocaravanas, com maior mobilidade que o fixo da foto.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Em Berlim no restaurante Tiroler Alpenstadl







Ao chegar ao aeroporto de Berlim Schönefeld, apanhei um táxi para o centro da cidade. O condutor, passados alguns quilómetros, perguntou se eu falava um bocadinho de alemão, uma vez que ele quase não falava inglês. Disse-lhe que só falava um bocadinho, mas foi o suficiente para ele encetar uma conversa. Perguntou-me de onde vinha, disse-me que ele próprio era do Cosovo e que vivia em Berlim havia 5 anos. Justificou-se pelo tráfego elevado do caminho que tomou pelas pessoas irem muito às compras aos domingos. Perguntou se Lisboa era uma cidade muito grande, se se vivia bem em Portugal e assim o tempo foi passando, até começar a anoitecer, a chover e a chegarmos ao hotel.

Passado um bocado, quando ainda eram umas 18:30, hora local, fui jantar. Tinha visto no GPS que havia um restaurante do Tirol aqui pela zona e acabei por me deparar com ele. Não resisti a uma sopa de gulache, a um gröstl e a um apfelstrudel. A senhora que atendia, vestida à tirolesa, andava de pantufas. Não falava quase inglês nenhum, pelo que tive que arranhar um bocado de alemão, a partir de certa altura.

A sopa tinha milho, cubinhos de pimento e várias partes do porco. De cor castanha escura, estava bastante boa e quentinha.

O gröstl também estava bom, mas, ao contrário do que seria de esperar, não tinha ovo estrelado. Tinha várias partes do porco fritas, batatas salteadas e, no centro, salada de couve clara (na qual se inspiraram os americanos) e uma rodela de laranja. Ambos os pratos acompanhados por sumo de maçã.

Por vim, veio o apfelstrudel, com molho de baunilha e montinhos de chantili. Muito aprazível. Por fim, veio a conta, tendo a senhora trazido a proverbial carteirinha, habitual nos restaurantes da Alemanha, e ficado à espera que lhe dissesse quanto queria pagar, para incluir logo a gorjeta, algo também muito típico.

sábado, 7 de fevereiro de 2015

As matrículas dos carros do Liechtenstein começam por FL





Não é um facto amplamente divulgado, mas a verdade é que as matrículas dos carros do Liechtenstein começam pelas letras FL, em branco sobre fundo preto. Porquê FL, interroga-se o leitor? A resposta é que traduzem o nome oficial do país em alemão: Fürstentum Liechtenstein (Principado do Liechtenstein). Assemelham-se, de certa forma, às matrículas antigas portuguesas.

Uma vez que o Liechtenstein não pertence à União Europeia, as suas matrículas não apresentam a faixa lateral azulada com estrelas, com as letras do país. Em sua substituição, é comum verem-se veículos com um autocolante branco com as letras FL em preto, destinado a circulação internacional, antigamente também usado em Portugal e denominado carinhosamente batata, por alguns.

O castelo de Vaduz qual conto de fadas

O castelo de Vaduz fica na cidade de Vaduz, capital do Liechtenstein. Constitui a residência oficial do príncipe Liechtenstein. Ergue-se numa montanha um pouco acima do centro da cidade. Para se lá chegar de carro, é preciso tomar uma estrada que não parte do centro da cidade, mas, sim, dos arrabaldes.Esta  serpenteia por ruas com carros com matrículas começadas por FL em fundo preto, escolas e outros estabelecimentos, até que estes desaparecem para darem lugar aos domínios do monarca. A vista para Vaduz do local onde se encontra o castelo é muito bonita, oferecendo uma ampla perspetiva geral da cidade. De lá, partem também caminhos para caminhadas e a estrada para Triesenberg, essa ainda mais serpenteante que a que leva ao castelo. E mais perigosa, dado que, de vez em quando, têm que se cruzar carros num espaço onde quase só cabe um, ficando autenticamente um deles à beira do precipício.

Merece bem uma visita, o exterior do castelo de Vaduz, dado que não é possível visitá-lo por dentro, a menos que o princípe faça um convite. E a neve, no inverno, dá-lhe um colorido deveras aliciante.